sábado, 8 de outubro de 2022

Há 10 anos a cerveja brasileira não era ‘puro malte’

Reportagem foi publicada pela Folha de S. Paulo no dia 6/10/2012

Neste mês de outubro se comemora dez anos de uma descoberta nem tão revolucionária, porém, escandalosa. A informação foi encoberta por muitos anos devido a uma legislação que permitia substituir até 50% da cevada, que deveria ser utilizada na composição da cerveja, por ‘cereais não maltados’. Na grande maioria das vezes, essa troca era feita por milho. Mas tudo não passava de uma suspeita. Além disso, pairava a dúvida sobre a lisura dos fabricantes.

A prova comprovatória só chegou depois de um estudo produzido em Piracicaba/SP, cidade que virou palco de uma infeliz coincidência, visto que o município é conhecido pelas melhores pamonhas do Brasil. O quitute, por sua vez, é feito com o “mais puro creme do milho verde”.

Cevada é a principal matéria prima da cerveja - foto de Paulo Ricardo Santos

Pois bem, a pesquisa foi realizada por cientistas do laboratório de Ecologia Isotópica, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), localizado em um dos campi da Universidade de São Paulo (USP), que abriga esse renomado instituto especializado de tecnologia avançada.

 

Mas essa história começou um pouco antes, na vizinha cidade de Campinas e em uma instituição tão renomada quanto o Cena, quando o físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), publicou um artigo no jornal Folha de S. Paulo denunciando a ‘malandragem’. O texto foi intitulado “A cerveja: bebendo gato por lebre”.

 

Com isso, o professor levantou a hipótese de que a bebida nacional teria uma concentração de componentes não maltados, o caso é o milho, muito mais alta do que deveria para ser chamada de cerveja. Isso porque de acordo com a norma autorregulatória da indústria cervejeira alemã, a cerveja é composta exclusivamente por apenas três elementos: cevada, lúpulo e água - sendo o fermento um agente interveniente.

 

O termo malte designa a cevada germinada, mas ele pode substituir a cevada total ou parcialmente. A malandragem começava quando os rótulos das mais diversas marcas de cerveja utilizavam a expressão ‘cereais maltados’ ou, simplesmente, ‘malte’, dissimulando a natureza do ingrediente principal na composição da bebida. Com a aplicação desse termo a qualquer cereal germinado, a indústria cervejeira podia optar por cereais mais baratos, ocultando essa opção.

Professor Luiz Antonio Martinelli coordenou o estudo realizado no Cena/USP

A história intrigou o professor Luiz Antonio Martinelli, que se embrenhou em um hercúleo estudo para desvendar o que realmente havia a mais na composição química da bebida. O extenso trabalho de pesquisa analisou 77 marcas do produto, incluindo 49 cervejas produzidas no Brasil e 28 importadas, fabricadas na Europa, nas Américas do Sul e do Norte, além da China. Na época, o estudo foi publicado com exclusividade pela revista científica ‘Journal of Food Composition and Analysis’ e assinado pela bióloga Sílvia Mardegan, aluna de mestrado orientada por Martinelli.

“A imprensa mudou o viés do release publicado pela assessoria de imprensa, porém a surpresa foi positiva, pois foi após essa ampla divulgação que o consumidor descobriu que realmente havia algo de diferente nas cervejas. A partir daí houve uma conscientização que até então não existia, as pessoas começaram a discutir cerveja e a pesquisa contribuiu para incentivar o mercado das artesanais”, lembrou o professor.

 

Infográfico da Folha de S. Paulo ilustrou as cervejas pesquisadas

O resultado de uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior não chegou a surpreender, pois apenas confirmou o que já era sabido e que estudos menores já indicavam. Todavia, a pesquisa comprovou que as grandes marcas nacionais tinham elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida fosse a cevada.


“A publicação do estudo provocou uma revolução no mercado, mas que já estava pronto para isso. A pesquisa com o isótopo funcionou, na verdade, como um catalisador que os marqueteiros das cervejarias souberam aproveitar”, afirmou Martinelli. “Isso é fato, tanto que a indústria cervejeira percebeu rapidamente e explorou isso, pois a partir dali estava surgindo um nicho de mercado, até então, pouco explorado”, completou.

 

Embora contestado pela indústria, que alegou dizendo que o produto brasileiro era um dos melhores do mundo, o professor justificou que o trabalho não avaliava a qualidade da bebida, ou se a cerveja era pior por conter milho, mas apenas a quantidade de substâncias existentes em sua composição química.

 

“Graças a esse estudo, hoje temos um consumidor muito mais consciente. Infelizmente não há como quantificar, e nem temos como mensurar esses números, porém, a percepção em relação ao que está consumindo é nítida e, mesmo que opte por comprar cerveja com milho, agora o consumidor faz isso de forma consciente”, sentenciou.

 

Embora a indústria tenha negado o resultado da pesquisa, fato é que logo depois o termo ‘puro malte’ passou a ocupar lugar de destaque nas prateleiras dos supermercados e as cervejas artesanais começaram a ganhar mais espaço no mercado cervejeiro.

 

“Posso afirmar tranquilamente que a pesquisa com os isótopos acabou funcionando como um selo de qualidade da cerveja. Os rótulos tiveram que mudar e ‘confessar’ as substâncias que existiam no produto”, disse Martinelli.

Xandão não sabia que sua cerveja serviu de referência para o estudo - foto de Paulo Ricardo Santos

Cerveja de referência
Usada como referência na pesquisa que desvendou a utilização de milho na cerveja, a Cevada Pura também foi uma das marcas produzidas no Brasil e avaliadas pelos cientistas durante os estudos.


“Naquele período não havia tanta disponibilidade de marcas de cervejas artesanais nas gôndolas dos mercados e a proximidade de acesso ao produto da cervejaria piracicabana foi providencial para usá-la como referência, estabelecendo o padrão para se fazer as comparações”, lembrou o professor Martinelli.


Na época da publicação, a pesquisa constatou ainda que das 49 marcas brasileiras, além da própria Cevada Pura, apenas Baden Baden, Colorado, Eisenbahn, Heineken, Paulistânia, Schmitt e Therezópolis eram cervejas com alto teor de cevada.

 

“Me lembro bem quando a pesquisa foi divulgada e aquilo caiu como uma bomba no mercado, mas não sabia que a Cevada Pura tinha sido a cerveja padrão da pesquisa. Ao recordar de tudo o que aconteceu me dá mais orgulho de saber que já estávamos no caminho certo”, afirmou Alexandre Augusto Peres Moraes, Xandão, criador e proprietário da marca que acaba de completar 21 anos.


Coincidências à parte, três estilos da cervejaria Colorado utilizadas na pesquisa, Appia, Cauim e Demoiselle, tinham sua produção terceirizada na fábrica da Cevada Pura, em Piracicaba.


“Estamos no mercado há mais de 20 anos e até a primeira metade desse período a produção de cervejas no Brasil ainda era muito restrita às grandes marcas. Pouco se falava das artesanais e as cervejas mais conhecidas eram as tradicionais de processos industriais. Porém, de lá pra cá, houve um boom no surgimento de nanocervejarias e microcervejarias. A reportagem da Folha de São Paulo, em 2012, foi um divisor de águas no mercado”, lembra Xandão da Cevada, como gosta de ser chamado.


A Cevada Pura nasceu com capacidade produtiva de oito mil litros/mês e, já na época da publicação do estudo, produzia 40 mil litros/mês. Atualmente, a produção da cervejaria piracicabana gira em torno de 150 mil litros/mês.

Gráfico do Mapa aponta o crescimento das cervejarias no Brasil nos últimos 10 anos


Cervejarias no Brasil aumentaram 10 vezes em uma década

Divulgado em agosto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Anuário da Cerveja apontou um crescimento de 12% no número de cervejarias registradas no Brasil no ano passado. O levantamento diz respeito a 2021, quando o país registrou 1.549 cervejarias. Em 2020 havia 1.383.

 

O levantamento é realizado desde o ano 2000, quando o país possuía apenas 40 registros. Em 2009, esses números atingiram os três dígitos e, em 2012, ano de divulgação do estudo que desvendou a utilização de milho na cerveja, o levantamento do Mapa apontava 157 cervejarias registradas no país. Ou seja, em uma década, o número de cervejarias no Brasil multiplicou-se por 10.

“Apesar de ser um setor que vem crescendo há duas décadas, é fato que o segmento de cerveja, principalmente artesanal, no Brasil, começou a crescer significativamente a partir de 2010, quando o consumidor passou a enxergar nesse produto uma forma de apreciar essa bebida com mais qualidade do que as cervejas convencionais”, avaliou Xandão.

Os números do Mapa ilustram bem o crescimento exponencial registrado na época, tanto que em 2011 o aumento foi de 13,2% e, a partir de então, em relação ao ano anterior, o ano de 2012 apresentou crescimento de 21,7% e o setor continua em franca expansão por anos seguidos: em 2013 = 24,2%; 2014 = 31,8%; 2015 = 29,2%; 2016 incríveis 48,5%.

Nos três anos seguintes, o setor de cervejas apontou crescimento superior a 30%, cravando 37,7% (2017), 30,9% (2018) e 36% (2019). A partir daí, apesar de permanecer em dois dígitos, este percentual mostrou desaceleração visto que de 2019 para 2020 o número de estabelecimentos aumentou em 14,4% e de 2020 para 2021 cresceu 12,0%, mas isso se deve, em parte, a pandemia de Covid 19.

Paulo Bettiol (Feijão) diz que o conceito de artesanal é usado indevidamente

Entrando no mercado puro malte
Aproveitando o momento de crescimento desse mercado, o Centro Cervejeiro Brew Center, que produz desde o ano 2000, diversificou a linha de produtos com o início da produção de cervejas artesanais.

 

“Nosso processo de produção cervejeira possui 22 anos e, a partir de 2017, decidimos entrar de cabeça no mercado de puro malte. Afinal quanto mais oferta melhor para o consumidor”, afirmou Nirlei Baungartner, que produz para diversas cervejarias, além de fabricar suas próprias marcas como a Villa Alemã, St. Patrick's Beer e Audax, essa última exclusiva para sócios assinantes do Clube Cervejeiro Brasil.

 

Localizada na cidade de Ipeúna, interior de São Paulo, a Brew Center produzia 80 mil litros há dez anos e, atualmente, a produção atinge a casa dos 300 mil litros/mês, o equivalente a quase 400% de aumento. “O movimento do puro malte começou há 10 anos e reconheço a importância do estudo, pois isso nos fez dar uma guinada na produção para acompanhar o mercado. Mas sem investimento em novos e modernos equipamentos não atingiria a qualidade que temos hoje”, concluiu Nirlei.

Marcio Egea Secafin é sócio proprietário da Brotas Beer

Iniciando uma fabricação caseira, em 2010 a brasagem da Brotas Beer não passava de 50 litros. Dois anos depois teve início sua produção industrial, passando a produzir três mil litros ao mês e, no ano seguinte, com a entrada de um novo sócio, a cervejaria da cidade de Brotas/SP expandiu e hoje sua capacidade é de 55 mil litros/mês.

“Entendemos que o aumento do segmento cervejeiro, no Brasil, começou a crescer significativamente a partir do momento que o consumidor passou a ter mais informações e descobriu novos produtos. Há uma década, o brasileiro só conhecia Pilsen e Weiss. Porém, hoje a oferta de novos estilos é muito maior e a qualidade faz a diferença entre as marcas que vem surgindo no mercado”, disse Marcio Egea Secafin, proprietário da Brotas Beer ao explicar o aumento das cervejarias no país.

Fernando Leite da cervejaria Berggren Bier

Gerente comercial da Berggren Bier, da cidade de Nova Odessa/SP, Fernando Leite, afirmou que a cervejaria iniciou sua produção na época do grande salto do mercado cervejeiro. 

“Estamos completando 13 anos, exatamente quando tivemos o surgimento de muitas cervejarias no Brasil e essa ascensão aconteceu de forma muito forte devido o nível de conhecimento que se passou a ter através de mais informações sobre esses produtos. Isso gerou o interesse maior dos consumidores e provocou um crescimento exponencial nesses últimos 10 anos”, explicou Leite.

Apesar do grande crescimento registrado nos últimos 10 anos, o gerente comercial da Brotas Beer, Paulo Bettiol, tem um olhar mais reticente. “Muitas cervejarias estão surgindo, entretanto o conceito de artesanal está sendo utilizado indevidamente, pois houve uma invasão de cervejas puro malte trazidas pelas grandes industrias cervejeiras e isso é saudável para o consumidor, mas não para a concorrência. Porém, para continuar crescendo é preciso organizar e regular o mercado com regras e uma legislação específica que permite com que o crescimento seja justo para todos”, sentenciou Feijão, como é mais conhecido.

Infelizmente, por meio de sua assessoria de imprensa, o Mapa informou não possuir dados específicos sobre as cervejarias artesanais. Mesmo assim, é importante destacar que o número de cervejarias é uma medida para acompanhar a evolução das microcervejarias, que representam cerca de 90% desta quantidade de fábricas do país, segundo o próprio ministério.

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Derico Music Truck chega em Piracicaba para apresentação gratuita

 

Show será na área externa do restaurante Cumbuk, no dia 11 de outubro, às 20 horas

Conhecido nacionalmente pelo talento junto ao saxofone e por quase 30 anos na televisão, o músico Derico, junto com o seu irmão Sérgio, formam o Duo Sciotti e estarão em Piracicaba, no dia 11 de outubro, às 20 horas, para apresentação no restaurante Cumbuk, no bairro Piracicamirim. A entrada é gratuita.

O duo se apresenta no Derico Music Truck, um “food truck” que, ao invés de comida, “alimenta” o público com música de qualidade. “O truck proporciona a audição de um estilo de música muito pouco divulgada no Brasil, que é a instrumental. Rodamos o interior e estamos agora expandindo, inclusive, para fora do Estado de São Paulo. Visamos fazer shows em praças e espaços públicos para chamar músicos locais para tocar”, explica.

No repertório, pop nacional e internacional. “Lulu Santos, Tim Maia, Roberto Carlos, além de samba e bossa nova. Também tem João Bosco, Milton Nascimento, Ivete Sangalo, Chitãozinho & Xororó e outros. Internacional tocamos Phil Collins, Michael Jackson, Eric Clapton, Elton John, Beatles... tudo com linguagem instrumental. O legal é que as pessoas cantam junto, então é bem variado e animado”, afirma Derico.

Paralela à apresentação e também como parte do projeto do truck, na tarde do dia 11, Derico fará uma palestra a adolescentes e jovens do programa de música do Instituto Formar. “Na palestra falo sobre empreendedorismo. Destaco que vale a pena e é possível viver de música no Brasil. Apesar de todas as intempéries e o caminho árduo, é muito gratificante, porque o mundo apoia inclusive profissionais brasileiros da área. Tenho fomentado, na alma deles, que é legal e importante se valorizar, cobrar, porque música é uma profissão como todas as outras, precisa de dedicação, estudo e persuasão”, destaca. 

Carreira

O músico Derico, flautista e saxofonista, ficou conhecido por integrar o “sexteto do Jô”, por 10 anos (de 1990 a 1999), no programa de Jô Soares, o “Jô Onze e Meia, no SBT, e depois no “Programa do Jô”, na Rede Globo (de 2000 a 2016). 

De volta à televisão, em 2019, Derico passou a apresentar o programa “Na Estrada com Derico”, veiculado pela EPTV, emissora afiliada da Globo, onde viajava por cidades com o truck.

O duo Sciotti completou 40 anos. O irmão Sergio toca teclado e, em outubro, os dois devem lançar os cinco CDs de toda a carreira da dupla nas plataformas de áudios.

O Cumbuk

O restaurante funciona de segunda a sábado, das 11h às 14h, com almoço à la carte, e hamburgueria, de quinta a sábado, das 19h às 23h. Há também a opção de pedidos pelo IFood.

Aconchegante e charmoso, o Cumbuk serve pratos deliciosos com opções para todos os gostos. Para o evento com o Derico Music Truck haverá chope Leuven, cervejas e a equipe preparará diversas porções.

Serviço:

Derico Truck no restaurante Cumbuk

Quando: 11/10 (véspera de feriado), às 20h

Endereço: Avenida Rio das Pedras, 554 - Piracicamirim

Entrada gratuita

*A apresentação do Duo Sciotti no Derico Truck será na área externa do restaurante e como a participação é gratuita não é necessária reserva. Porém, a entrada fica condicionada à disponibilidade de espaço no local.

INFORMAÇÕES: (19) 3434.2119

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Outback tem sobremesas para celebrar o Dia do Sorvete

Nesta sexta-feira (23 de setembro) é comemorado o Dia Mundial do Sorvete e o Outback Steakhouse lembra que tem opções de sobremesas que prometem arrancar suspiros de quem decidir comemorar a data no restaurante.

Para começar, a clássica Cinnamon Oblivion, uma das sobremesas mais famosas do restaurante, é uma opção para quem aprecia a combinação de maça e canela. A sobremesa traz sorvete de creme coberto com nozes crocantes, reinando sobre um mix de “Cinnamon Apples” e croutons de canela, tudo isso finalizado com chantilly, fruta da estação e calda de caramelo.

Outro sucesso do restaurante, a sobremesa Chocolate Thunder From Down Under conta com o brownie exclusivo do Outback, servido quentinho com sorvete de baunilha e calda de chocolate, finalizada com chantilly e raspas de chocolate.

No mesmo estilo “Thunder”, tem a Havanna Thunder - brownie com nozes pecans em uma versão de doce de leite Havanna, servido com sorvete de baunilha, chantilly e crumble de biscoito, finalizado com calda de doce de leite Havanna.

O cardápio de sobremesas do restaurante conta, ainda, com opções de milkshake no sabor chocolate ou morango, servido na tradicional caneca congelada da rede.

Todas essas sobremesas estão disponíveis nos restaurantes Outback de todo país. Na cidade, o Outback possui uma unidade no Shopping Piracicaba, com todo serviço de delivery disponível.

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 139 restaurantes no Brasil e está presente em 52 cidades, 16 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin' Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin' Brands, que ainda conta com as marcas Abbraccio e Aussie Grill.

Cervejaria piracicabana conquista prêmio na Alemanha pela terceira vez

 

A cervejaria piracicabana Dama Bier conquistou, no último dia 14 de setembro, seu terceiro prêmio no European Beer Star, umas das premiações cervejeiras mais importantes do mundo, realizada na Alemanha.

A cerveja premiada neste ano foi a Stout, que recebeu medalha de prata na competição, ou seja, a segunda melhor cerveja Stout do mundo.

Em 2017, a Dama Bier conquistou medalha de ouro com a cerveja Pilsen, sendo esse um marco para Piracicaba. Em 2020, a premiada foi a Smoked Porter, com medalha de prata.

A cerimônia de premiação aconteceu em Munique e o prêmio foi recebido pelos diretores da cervejaria, Renato Bazzo e sua esposa, Marcela Barioni Bazzo.

Com 18 prêmios, a Stout é o rótulo mais premiada da Dama. Neste ano, a cerveja já havia conquistado medalha de ouro no Concurso Brasileiro de Cervejas, duas pratas na etapa brasileira da Copa Cervezas de América e no último fim de semana garantiu mais uma medalha de prata na South Beer Cup. Para Renato Bazzo, essa conquista na Alemanha, que é a terra da cerveja, tem um sabor muito especial e motiva ainda mais toda a equipe.

sábado, 10 de setembro de 2022

Cevada Pura Fest terá 10 horas de rock

Para marcar seus 21 anos de fundação, a Cevada Pura vai celebrar a chegada da maioridade com muito rock in roll e, para isso, criou uma programação com várias bandas subindo aos dois palcos montados dentro da mais antiga e tradicional cervejaria de Piracicaba. O Cevada Pura Fest acontecerá no sábado, dia 17 de setembro, a partir do meio dia e terá 10 horas de muita música.

Digão, guitarrista e vocalista da banda Raimundos, acompanhado d’Os Spoilers, uma superbanda que costuma se apresentar ao lado de grandes nomes do pop rock nacional, sobem ao palco externo da cervejaria às 14h30 e o músico promete um repertório cheio de sucessos, que inclui canções de sua banda e interpretações de clássicos do rock internacional.

Além da atração principal, outras bandas abrilhantarão o Cevada Pura Fest que receberá a sensação de Botucatu, Tiamate, e shows das bandas piracicabanas Rockeer, Via Pública e Pa Moreno, acompanhada da banda Ária, para deixar o clima ainda mais animado e a festa muito melhor.

Para beber, as 16 torneiras da casa estarão disponíveis com 14 tipos de cervejas dos mais variados estilos e da melhor qualidade para se brindar a chegada da maioridade da Cevada Pura, além de duas atrações especiais que a cervejaria relançou, a Lemondrop (Cevada Pura) e a Flying Melon (Hop Flyers).

A sazonal Lemondrop é sucesso de produção da Cevada Pura e agora está de volta. Apesar do nome, essa American Lager não contém limão, mas é produzida com o lúpulo que dá nome a cerveja. Já conquistou medalhas de prata no World Beer Awards e no CBC em Blumenau - ABV 4,8% | IBU 25.

Já a Flying Melon é uma Witbier que leva em sua composição toda refrescância trazida das raspas de casca de laranja, sementes de coentro e melão. A receita utilização levedura belga e o lúpulo Hull Melon - ABV 5,1% | IBU 8.

Outra atração da Cevada Pura Fest será o Flash Tattoo, com Bardini Jr., que começa sua obra juntamente com o início do evento, ao meio dia. Para comer haverá hambúrguer de carne e vegetariano além das tradicionais porções que a cervejaria já oferece. Confira a programação das bandas:

Palco Externo

Tiamate: das 12h às 14h15

Digão+Spoliers: das 14h30 às 16h

Spoilers: das 16h15 às 18h15

Rockeer: das 19h às 21h30

Palco Interno

Pa Moreno: das 13h às 14h30 e das 16h às 17h15

Via Pública: das 17h30 às 20h

Ingressos

Os ingressos estão à venda na Cevada Pura do Shopping Piracicaba ou Cevada Pura Loja & Pub. Primeiro lote: R$ 25 + 1kg de alimento e ganha um copo personalizado do eventoPara comprar pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/cevada-pura-fest-21-anos__1706264

Serviço

Cevada Pura completa 21 anos

Dia 17/09 a partir das 12h

📞 WhatsApp: (19) 97418-0141
📞 Telefone: (19) 3403-2929
📍 Av. Dr. João Teodoro, 35 - Vila Rezende – Piracicaba

Site: https://cevadapura.com.br

https://www.facebook.com/CevadaPura

https://www.instagram.com/cevadapura  

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Outback terá receitas criadas durante MasterChef Brasil 2022

Pela primeira vez um restaurante anuncia o lançamento de pratos idealizados no reality show e aprovados pelos chefs do programa de culinária de maior audiência do mundo 

Serão três novas receitas exclusivas que foram criadas pelos participantes do programa

A partir do dia 5 de setembro, finalmente o público apaixonado por gastronomia poderá realizar um desejo que, até então, parecia bem distante. É que, pela primeira vez em toda a história do MasterChef Brasil, um restaurante vai oferecer aos clientes pratos para compartilhar idealizados pelos participantes do programa e aprovados pelos chefs jurados. É isso mesmo: o Outback Steakhouse, marca de temática australiana, acaba de anunciar que os três pratos vencedores da prova da marca no reality show chegarão ao cardápio de todas as suas unidades no Brasil. Desta vez, o Outback traz excelentes opções para compartilhar, sendo sua famosa Ribs com molho incrível de barbecue de framboesa, uma generosa porção de camarões empanados servidos com maionese de jalapeño e, também, um croquete feito de carne bovina e ribs desfiada recheado de queijo e que acompanha molho de páprica. Os pratos para compartilhar estarão disponíveis nos restaurantes e também no delivery.

O lançamento Outback feat MasterChef Brasil” promete movimentar o setor com uma experiência realmente inéditas aos clientes. “Somos o primeiro patrocinador no segmento a fazer parte da história do programa e, para celebrar, preparamos essa surpresa que acaba de sair do forno. Estamos muito empolgados para sentir a reação do público que, pela primeira vez, terá a oportunidade de experimentar um prato idealizado pelos participantes do MasterChef Brasil e, claro, de uma forma especial: com um toque bem Outback”, diz Renata Lamarco, diretora de marketing da BloominBrands, holding que detém a marca Outback Steakhouse no Brasil.

OS PRATOS

As novas estrelas, assinadas pelo Outback, o MasterChef Brasil e também pelos participantes criadores Edleide, Bruno e Jason, ganharam nome e sobrenome. O grande destaque é o MasterChef Journey, uma combinação inusitada de todas as novidades e um convite para compartilhar uma jornada pelos sabores do Outback feat MasterChef Brasil que traz uma Jr Ribs com o exclusivo molho Barbecue de Framboesa (o tradicional molho Barbecue com toque agridoce da framboesa), uma porção de camarões crocantes empanados com temperos Outback e raiz-forte, além dos novos Croquetes Outback, uma combinação de carne bovina e a famosa Ribs da marca desfiada, recheados com queijo mozzarella e servidos com maionese de páprica. A marca também traz o Raspberry Ribs Duo, duas clássicas Jr. Ribs, uma delas com o mais novo Barbecue Framboesa e a outra coberta com um molho à escolha do cliente (o tradicional Barbecue ou o Billabong, que é molho agridoce do Outback com toque de gergelim). O prato acompanha pétalas de BloominOnion e fritas. E, quem quiser, também vai poder adicionar mais uma Jr. Ribs e escolher mais um molho preferido, transformando o duo em Trio. E, ideal para compartilhar com os amigos, a campanha traz ainda o Shrimp Adventure, uma generosa porção de camarões crocantes temperados com um blend de ervas e especiarias Outback e raiz forte, acompanhada de uma fatia de limão siciliano grelhado e maionese com toque de pimenta jalapeño.

A PROVA

O sétimo episódio do MasterChef Brasil 2022, que ocorreu no dia 28 de junho, desafiou a criatividade de dez cozinheiros que, na época, seguiam na disputa pelo troféu mais desejado do país. Os participantes foram divididos em duplas para criar três pratos inspirados no menu do Outback. A ideia era que eles seguissem a linha de sabores e composições apresentadas pelos chefs especialistas da marca, que mostraram uma mesa repleta de receitas conhecidas. Os competidores correram contra o tempo para garantir uma vaga entre os destaques e as melhores criações se tornaram esses lançamentos inéditos no cardápio do Outback, além de terem garantido que seus autores fossem salvos da eliminação.

Na cidade, o Outback possui uma unidade no Shopping Piracicaba, com todos os serviço de delivery disponíveis. Mais informações pelo site: http://outback.com.br/masterchef

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 138 restaurantes no Brasil e está presente em 52 cidades, 16 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin' Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer.

Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo BloominBrands.

sábado, 13 de agosto de 2022

Dicas cervejeiras para o Dia dos Pais

Se seu pai é cervejeiro eu não sei e, ao pensar em um presente para o Dia dos Pais, o importante é dar algo que corresponda ao perfil dele, certo? Mas se a cerveja corresponder então não vai tem erro! Não há como desagradar com as opções abaixo.

Confira as dicas selecionadas pelo blog e celebre a data!

1.     Growler – está na moda, há muitos modelos e locais onde comprar e abastecê-los. Pode ser uma surpresa para seu pai receber um chope especial, diferente, novinho na hora do almoço.

 

2.     Livro Cervejas, Brejas & Birras, de Maurício Beltramelli – Uma leitura fácil, acessível, divertida. Nada de enciclopédia, é para leitura solta, sem precisar parar para consultar o dicionário.

3.     Kit Cervejeiro para produção em casa – seu pai pode experimentar fazer a cerveja com os kits de extrato, que já vêm na medida para uma produção de 19 litros. O equipamento necessário é pequeno e pode fazer parte do presente.


4.     Cursos Cervejeiros – existem cursos breves, de algumas horas apenas, a longos, com meses e até mais de um ano de duração. O presente vai depender do grau de intimidade com o setor cervejeiro que seu pai tem ou deseja ter.

 

5.     Canecos personalizados – canecos que gelam a bebida, canecos em formatos diferentes, canecos com alça de mosquetão. Presente útil e nada caro.

6.     Placas decorativas – para os pais que adoram um canto seu, com personalidade, as placas são enfeites bonitos e podem formar um belo painel na parede.

 

7.     Camisetas – há uma série delas, com estampas variadíssimas, divertidas, sérias, fashion. É só escolher de acordo com o estilo do seu pai.


8.     Kits de cerveja – quase todas as cervejarias têm caixas com kits montados. Eles acabam saindo mais em conta do que montar um. E já vêm com copo, outro dos objetos que 1o entre 10 apreciadores de cerveja adoram colecionar!


9.     Clubes de Assinaturas – existem dezenas de clubes cervejeiros pelo país. E essa é uma forma muito interessante de se conhecer novas cervejas. O kit do assinante é mensal e é entregue em casa, sem esforço algum. Normalmente vêm com rótulos que não são vendidos no mercado, feitos somente para os assinantes do clube.

10.   Beer Touré uma verdadeira experiência cervejeira pela fábrica com direito a degustação no final. Existem algumas agências que têm passeios mais completos, roteiros mais específicos e montados para se conhecer todos processo de fabricação